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Conheça o Router 10Gbps


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163 Comentários

Tiago Ferreira
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Avarias exteriores afetam dezenas ou centenas e clientes, nenhum operador contacta ninguém nessas circunstâncias. O processo é simples, se está identificada a avaria e já foi informado é só esperar, não é por lhe ligarem diariamente ou por lhes ligar a eles que as coisas se resolvem mais depressa… a resolução leva o tempo que tem a levar, no entretanto é ir sentir a relva e ler um livro 

um bem haja 

Desculpe que lhe diga, mas apesar desta situação nada ter haver comigo, eu tomo a liberdade de expressar a minha opinião, como você expressou a sua perante o cliente em questão.

É muito fácil falar quando não estamos a ser lesados, devido a uma avaria técnica que já se estende à vários dias e quando a Internet é indispensável para o nosso trabalho e é uma das ferramentas de trabalho para honrar-mos os nossos cumprimentos profissionais.

No entanto, na minha opinião fase à sugestão dada ao cliente em questão, julgo que o ​@Bruno Aleixo quando não puder trabalhar e não poder ser renumerado pela falta de compromisso e ficar impedido de trabalhar, deva também sentir a relva e ler um livro e quando vier no final do mês as contas para pagar, vá à igreja rezar por um milagre. 

Aqui o ditado popular assenta-lhe que nem uma luva “pimenta nos olhos dos outros para mim é refresco”.


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  • Super User
  • May 8, 2026

Boa tarde, já aqui expressei por várias vezes o meu ponto de vista, não existe desculpa para a falta de informação sobre intervenções exteriores. Portugal tem um grave problema, nada está canalizado e disponível para todos os operadores, tristeza. O router , parece-me cobre sobre fibra.


Bruno Aleixo
Super User
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Avarias exteriores afetam dezenas ou centenas e clientes, nenhum operador contacta ninguém nessas circunstâncias. O processo é simples, se está identificada a avaria e já foi informado é só esperar, não é por lhe ligarem diariamente ou por lhes ligar a eles que as coisas se resolvem mais depressa… a resolução leva o tempo que tem a levar, no entretanto é ir sentir a relva e ler um livro 

um bem haja 

Desculpe que lhe diga, mas apesar desta situação nada ter haver comigo, eu tomo a liberdade de expressar a minha opinião, como você expressou a sua perante o cliente em questão.

É muito fácil falar quando não estamos a ser lesados, devido a uma avaria técnica que já se estende à vários dias e quando a Internet é indispensável para o nosso trabalho e é uma das ferramentas de trabalho para honrar-mos os nossos cumprimentos profissionais. 

No entanto, na minha opinião fase à sugestão dada ao cliente em questão, julgo que o ​@Bruno Aleixo quando não puder trabalhar e não poder ser renumerado pela falta de compromisso e ficar impedido de trabalhar, deva também sentir a relva e ler um livro e quando vier no final do mês as contas para pagar, vá à igreja rezar por um milagre. 

Aqui o ditado popular assenta-lhe que nem uma luva “pimenta nos olhos dos outros para mim é refresco”.

Não há desculpas a pedir, forums são mesmo pra partilhar ideias. 

Compreendo o ponto, mas quando o serviço é indispensável para questões laborais, convem contratar empresarial e não residencial, que dá outras salvaguardas. Também, se fosse o meu caso de ser tao dependente de internet e não ter onde trabalhar noutro local com acesso, certamente recorreria a sistemas de redundância próprios, como um sistema satélite ou 4/5G….

é sempre fácil descartar responsabilidade para os outros, mas a realidade da vida é que percalços acontecem sempre, e na maioria das vezes não dependem de nós.

Como se diz, não controlamos o mundo, só a forma como respondemos a este.  

(Acredito que o ditado seja ”pimenta no cú dos outros(...)” mas gostei ainda assim! ) Eu nunca estaria nessa situação, pela visão que já apresentei acima… Se morar longe do trabalho e a CP fizer greve também se senta em casa chateado com o facto de não poder ir trabalhar? existem carros, autocarros, bicicletas… uma pequena analogia.

um bem haja 


Bruno Aleixo
Super User
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Boa tarde, já aqui expressei por várias vezes o meu ponto de vista, não existe desculpa para a falta de informação sobre intervenções exteriores. Portugal tem um grave problema, nada está canalizado e disponível para todos os operadores, tristeza. O router , parece-me cobre sobre fibra.

Concordo, mas infelizmente em Portugal ainda estamos a décadas de ter esse nível de ética por parte de empresas….


Tiago Ferreira
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(Acredito que o ditado seja ”pimenta no cú dos outros(...)” mas gostei ainda assim! )

Sim o ditado é esse, mas por ter receio de receber uma sanção por parte dos moderadores, pelo uso da palavra, preferi usar “olhos”.

Quanto à sua observação relativamente a contratos empresariais, julgo que saiba que qualquer operadora só aceita um contrato empresarial, caso o cliente tenha uma empresa aberta e também os valores que custam os pacotes empresariais em comparação com os pacotes particulares.

Existem muitas pessoas que trabalham a partir de casa, sem renumeração fixa e apenas são renumerados mediante o trabalho que apresentam.

Quanto à sua observação relativa a alternativas de “sistemas de redundância próprios, como um sistema satélite ou 4G/5G”, temos que ter em conta que cada um instala na sua casa, serviços de Internet mediante as suas possibilidades, mediante as condições e espaços disponíveis, por que se formos por essa lógica de ideias, quando compramos um carro, não vamos comprar outro de reserva para o ter estacionado à porta de casa, na eventualidade do outro avariar. Quanto aos transportes públicos, acredito que tenha noção que nem sempre existem autocarros ou transportes públicos na nossa zona de residência, já para não falar dos eventuais atrasos dos mesmos, de bicicleta ou trotinete, teria o cliente mais uma vez que a comprar ou ter e se é viável para o cliente mediante a distância de casa para o trabalho ou até onde é que a guardaria, pois nem todos temos espaço em casa para as guardar. Por outro lado pagar as bicicletas ou trotinetes da Uber ou Bolt, também vai depender da zona Urbana onde o cliente reside, contudo, aqui não se aplica quais as alternativas o cliente tem para se deslocar visto que o cliente trabalha a partir de casa. 

Em resumo, eu só acho que devemos ter mais empatia pelo próximo e não arranjar uma desculpa para os eventuais problemas pontuais que possam haver com os serviços disponibilizados pelas operadoras. As operadoras sabem que têm que cumprir prazos e estipular um prazo máximo de resolução do problema, caso não o faça, está sujeita a sanções por parte da ANACOM. Um problema pontual é aceitável, agora o cliente estar vários dias sem serviço não se compreende. Contudo, se existirem motivos de forma maior, devem as operadoras assumir o problema e criar alternativas para os  clientes, tais como, disponibilizar routers 4G/5G sem custos acrescidos para os clientes, até que o avaria técnica seja solucionada, não podem é as operadoras tomarem por um princípio que o cliente tem que esperar por tempo indeterminado, até que haja uma equipa de exteriores que se desloque ao local.


Avarias exteriores afetam dezenas ou centenas e clientes, nenhum operador contacta ninguém nessas circunstâncias. O processo é simples, se está identificada a avaria e já foi informado é só esperar, não é por lhe ligarem diariamente ou por lhes ligar a eles que as coisas se resolvem mais depressa… a resolução leva o tempo que tem a levar, no entretanto é ir sentir a relva e ler um livro 

um bem haja 

Boa tarde,

O seu comentário parte de uma premissa errada: isto não é uma questão de “acelerar a resolução”, é uma questão de ausência total de informação ao cliente.

Ninguém pediu contactos diários. O que está em causa é estar vários dias sem serviço, sem qualquer explicação concreta e sem uma previsão mínima — algo básico em qualquer serviço pago.

A sugestão de “ir ler um livro” só demonstra desconhecimento da realidade de quem depende da internet para trabalhar. No meu caso, trata-se de atividade profissional com impacto direto.

Portanto, não, não é uma questão de paciência. É uma questão de falha de serviço e de comunicação.

 


(Acredito que o ditado seja ”pimenta no cú dos outros(...)” mas gostei ainda assim! )

Sim o ditado é esse, mas por ter receio de receber uma sanção por parte dos moderadores, pelo uso da palavra, preferi usar “olhos”.

Quanto à sua observação relativamente a contratos empresariais, julgo que saiba que qualquer operadora só aceita um contrato empresarial, caso o cliente tenha uma empresa aberta e também os valores que custam os pacotes empresariais em comparação com os pacotes particulares.

Existem muitas pessoas que trabalham a partir de casa, sem renumeração fixa e apenas são renumerados mediante o trabalho que apresentam.

Quanto à sua observação relativa a alternativas de “sistemas de redundância próprios, como um sistema satélite ou 4G/5G”, temos que ter em conta que cada um instala na sua casa, serviços de Internet mediante as suas possibilidades, mediante as condições e espaços disponíveis, por que se formos por essa lógica de ideias, quando compramos um carro, não vamos comprar outro de reserva para o ter estacionado à porta de casa, na eventualidade do outro avariar. Quanto aos transportes públicos, acredito que tenha noção que nem sempre existem autocarros ou transportes públicos na nossa zona de residência, já para não falar dos eventuais atrasos dos mesmos, de bicicleta ou trotinete, teria o cliente mais uma vez que a comprar ou ter e se é viável para o cliente mediante a distância de casa para o trabalho ou até onde é que a guardaria, pois nem todos temos espaço em casa para as guardar. Por outro lado pagar as bicicletas ou trotinetes da Uber ou Bolt, também vai depender da zona Urbana onde o cliente reside, contudo, aqui não se aplica quais as alternativas o cliente tem para se deslocar visto que o cliente trabalha a partir de casa. 

Em resumo, eu só acho que devemos ter mais empatia pelo próximo e não arranjar uma desculpa para os eventuais problemas pontuais que possam haver com os serviços disponibilizados pelas operadoras. As operadoras sabem que têm que cumprir prazos e estipular um prazo máximo de resolução do problema, caso não o faça, está sujeita a sanções por parte da ANACOM. Um problema pontual é aceitável, agora o cliente estar vários dias sem serviço não se compreende. Contudo, se existirem motivos de forma maior, devem as operadoras assumir o problema e criar alternativas para os  clientes, tais como, disponibilizar routers 4G/5G sem custos acrescidos para os clientes, até que o avaria técnica seja solucionada, não podem é as operadoras tomarem por um princípio que o cliente tem que esperar por tempo indeterminado, até que haja uma equipa de exteriores que se desloque ao local.

Boa tarde,

O seu texto é extenso, mas acaba por reforçar exatamente o ponto que está a tentar contrariar.

Ninguém aqui está a pedir soluções irreais nem redundâncias dignas de uma infraestrutura empresarial. Está-se a falar de um serviço pago que, simplesmente, não está a ser prestado — durante vários dias — sem alternativa e sem comunicação eficaz.

A comparação com contratos empresariais não se aplica. Um serviço residencial continua a ter obrigações mínimas de funcionamento e, quando falha, de resposta. E isso inclui informação clara e, sempre que possível, mitigação do impacto.

Curiosamente, no seu próprio texto admite algo essencial: que as operadoras devem assumir o problema e criar alternativas temporárias. É precisamente isso que não está a acontecer.

Portanto, não é uma questão de falta de empatia — é exatamente o contrário. Empatia seria reconhecer que há clientes prejudicados e exigir responsabilidade a quem presta o serviço, em vez de normalizar falhas prolongadas.

 


Avarias exteriores afetam dezenas ou centenas e clientes, nenhum operador contacta ninguém nessas circunstâncias. O processo é simples, se está identificada a avaria e já foi informado é só esperar, não é por lhe ligarem diariamente ou por lhes ligar a eles que as coisas se resolvem mais depressa… a resolução leva o tempo que tem a levar, no entretanto é ir sentir a relva e ler um livro 

um bem haja 

Desculpe que lhe diga, mas apesar desta situação nada ter haver comigo, eu tomo a liberdade de expressar a minha opinião, como você expressou a sua perante o cliente em questão.

É muito fácil falar quando não estamos a ser lesados, devido a uma avaria técnica que já se estende à vários dias e quando a Internet é indispensável para o nosso trabalho e é uma das ferramentas de trabalho para honrar-mos os nossos cumprimentos profissionais. 

No entanto, na minha opinião fase à sugestão dada ao cliente em questão, julgo que o ​@Bruno Aleixo quando não puder trabalhar e não poder ser renumerado pela falta de compromisso e ficar impedido de trabalhar, deva também sentir a relva e ler um livro e quando vier no final do mês as contas para pagar, vá à igreja rezar por um milagre. 

Aqui o ditado popular assenta-lhe que nem uma luva “pimenta nos olhos dos outros para mim é refresco”.

Não há desculpas a pedir, forums são mesmo pra partilhar ideias. 

Compreendo o ponto, mas quando o serviço é indispensável para questões laborais, convem contratar empresarial e não residencial, que dá outras salvaguardas. Também, se fosse o meu caso de ser tao dependente de internet e não ter onde trabalhar noutro local com acesso, certamente recorreria a sistemas de redundância próprios, como um sistema satélite ou 4/5G….

é sempre fácil descartar responsabilidade para os outros, mas a realidade da vida é que percalços acontecem sempre, e na maioria das vezes não dependem de nós.

Como se diz, não controlamos o mundo, só a forma como respondemos a este.  

(Acredito que o ditado seja ”pimenta no cú dos outros(...)” mas gostei ainda assim! ) Eu nunca estaria nessa situação, pela visão que já apresentei acima… Se morar longe do trabalho e a CP fizer greve também se senta em casa chateado com o facto de não poder ir trabalhar? existem carros, autocarros, bicicletas… uma pequena analogia.

um bem haja 

A sua resposta continua a desviar o ponto essencial.

Isto não é uma discussão sobre gestão de risco pessoal nem sobre cenários ideais. É sobre um serviço pago que não está a ser prestado durante vários dias, sem alternativa e sem informação concreta.

Sugerir que a solução passa por contratar serviços mais caros ou investir em redundâncias é, na prática, transferir a responsabilidade do prestador para o cliente — o que não faz sentido num serviço básico como acesso à internet.

As analogias apresentadas também não se aplicam. Uma greve da CP é um evento público, anunciado e com enquadramento claro. Aqui estamos perante uma falha de serviço sem previsão, sem comunicação eficaz e sem mitigação.

Ninguém nega que imprevistos acontecem. O que se exige é responsabilidade na forma como são geridos.


Avarias exteriores afetam dezenas ou centenas e clientes, nenhum operador contacta ninguém nessas circunstâncias. O processo é simples, se está identificada a avaria e já foi informado é só esperar, não é por lhe ligarem diariamente ou por lhes ligar a eles que as coisas se resolvem mais depressa… a resolução leva o tempo que tem a levar, no entretanto é ir sentir a relva e ler um livro 

um bem haja 

Desculpe que lhe diga, mas apesar desta situação nada ter haver comigo, eu tomo a liberdade de expressar a minha opinião, como você expressou a sua perante o cliente em questão.

É muito fácil falar quando não estamos a ser lesados, devido a uma avaria técnica que já se estende à vários dias e quando a Internet é indispensável para o nosso trabalho e é uma das ferramentas de trabalho para honrar-mos os nossos cumprimentos profissionais.

No entanto, na minha opinião fase à sugestão dada ao cliente em questão, julgo que o ​@Bruno Aleixo quando não puder trabalhar e não poder ser renumerado pela falta de compromisso e ficar impedido de trabalhar, deva também sentir a relva e ler um livro e quando vier no final do mês as contas para pagar, vá à igreja rezar por um milagre. 

Aqui o ditado popular assenta-lhe que nem uma luva “pimenta nos olhos dos outros para mim é refresco”.

Há comentários que não acrescentam nada ao problema, mas acabam por revelar muito sobre quem os escreve.

Transformar uma falha evidente de um serviço pago numa espécie de “lição de vida” sobre relva e livros é, no mínimo, curioso — sobretudo vindo de quem não está minimamente afetado.

No fundo, não é falta de inteligência… é só aquela confiança confortável de quem nunca teve de lidar com as consequências reais do que está a desvalorizar.

Mas fica a nota: quando a teoria passar a ser prática, talvez a filosofia já não pareça tão brilhante.


Tiago Ferreira
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Boa tarde,

O seu texto é extenso, mas acaba por reforçar exatamente o ponto que está a tentar contrariar.

Ninguém aqui está a pedir soluções irreais nem redundâncias dignas de uma infraestrutura empresarial. Está-se a falar de um serviço pago que, simplesmente, não está a ser prestado — durante vários dias — sem alternativa e sem comunicação eficaz.

A comparação com contratos empresariais não se aplica. Um serviço residencial continua a ter obrigações mínimas de funcionamento e, quando falha, de resposta. E isso inclui informação clara e, sempre que possível, mitigação do impacto.

Curiosamente, no seu próprio texto admite algo essencial: que as operadoras devem assumir o problema e criar alternativas temporárias. É precisamente isso que não está a acontecer.

Portanto, não é uma questão de falta de empatia — é exatamente o contrário. Empatia seria reconhecer que há clientes prejudicados e exigir responsabilidade a quem presta o serviço, em vez de normalizar falhas prolongadas.

 

@MiPortugaPC  caso não tenha reparado essa resposta foi minha fase aos comentários do ​@Bruno Aleixo, no entanto o meu texto foi extenso devido às observações do mesmo.

Contudo, estão a ser contraditórias porque são opostas aos comentários do Bruno, pelo que eu também não concordo com aquilo que o Bruno comentou.


  • Megabyte
  • May 9, 2026

Eu só quero uma coisa: ter o serviço a funcionar.

Tudo o resto são opiniões. Quem está tão empenhado em defender a NOS, então que o faça com argumentos realmente sólidos — porque, até lá, não há motivo nenhum para eu ficar em silêncio perante um serviço que estou a pagar e não tenho.


  • Megabyte
  • May 9, 2026

Boa tarde,

O seu texto é extenso, mas acaba por reforçar exatamente o ponto que está a tentar contrariar.

Ninguém aqui está a pedir soluções irreais nem redundâncias dignas de uma infraestrutura empresarial. Está-se a falar de um serviço pago que, simplesmente, não está a ser prestado — durante vários dias — sem alternativa e sem comunicação eficaz.

A comparação com contratos empresariais não se aplica. Um serviço residencial continua a ter obrigações mínimas de funcionamento e, quando falha, de resposta. E isso inclui informação clara e, sempre que possível, mitigação do impacto.

Curiosamente, no seu próprio texto admite algo essencial: que as operadoras devem assumir o problema e criar alternativas temporárias. É precisamente isso que não está a acontecer.

Portanto, não é uma questão de falta de empatia — é exatamente o contrário. Empatia seria reconhecer que há clientes prejudicados e exigir responsabilidade a quem presta o serviço, em vez de normalizar falhas prolongadas.

 

@MiPortugaPC  caso não tenha reparado essa resposta foi minha fase aos comentários do ​@Bruno Aleixo, no entanto o meu texto foi extenso devido às observações do mesmo.

Contudo, estão a ser contraditórias porque são opostas aos comentários do Bruno, pelo que eu também não concordo com aquilo que o Bruno comentou.

Sim, percebi que o seu comentário foi em resposta ao @Bruno Aleixo — e, nesse ponto, estamos alinhados.

Se o meu tom pareceu contraditório, não foi por discordar de si, mas sim por reforçar precisamente o absurdo das posições que tentam normalizar uma falha de serviço como se fosse responsabilidade do cliente.

Acabamos, no essencial, por dizer o mesmo: é muito fácil relativizar quando não se é afetado.


  • Megabyte
  • May 10, 2026

Ola de novo,perante a situação, o que é simples é isto: quando vier a próxima fatura, irei exigir o respetivo crédito pelos dias em que o serviço não foi prestado.

Estou a pagar por um serviço que, até à data, não tive — sem contacto, sem alternativa e sem qualquer acompanhamento. Não é aceitável.

Para a NOS posso ser apenas mais um número de cliente, até porque o contrato nem está em meu nome — mas isso não invalida os meus direitos enquanto consumidor.

No meu caso, a ligação é essencial para manter a atividade: trabalho com conteúdos digitais, incluindo um canal de YouTube em inglês com mais de 10 milhões de seguidores, e edição de vídeos para outros criadores. Serviços como 10Gbps não são um luxo, são uma necessidade para garantir continuidade de trabalho.